21 de setembro de 2012, às 11h59min
II Ursap discute monitoramento de cobertura vacinal na região oeste
A II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), sediada em Mossoró, por meio do Programa Regional de Imunização, promoverá, na próxima terça-feira (25), das 9h às 12h, no auditório da unidade, uma reunião sobre o Protocolo de Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC), direcionada aos coordenadores municipais do Programa de Imunização e profissionais de enfermagem.
Segundo a coordenadora regional do Programa de Imunização da II Ursap, a enfermeira Milene Pinto Rosado, os objetivos do encontro serão discutir o Protocolo do MRC para avaliar a situação vacinal em menores de cinco anos de idade, conforme o calendário de vacinação definido pelo Ministério da Saúde, melhorar a cobertura vacinal e a homogeneidade de coberturas no contexto dos municípios, além de reduzir a incidência de doenças imunopreveníveis sob vigilância no país.
"É imprescindível atingir e manter coberturas vacinais altas e homogêneas para cada vacina e é essencial a avaliação rotineira dos resultados, pois o avanço só se justifica se o desempenho do Programa de Imunização implicar o impacto sobre as doenças para as quais se destina a vacinação", disse a coordenadora.
As vacinas BCG, pneumococo 10 valente e a meningococo C, que fazem parte da caderneta de vacinação, não serão avaliadas neste monitoramento. "Os agentes comunitários de saúde irão se juntar aos profissionais de enfermagem das equipes da Estratégia de Saúde da Família para buscar e atualizar as cadernetas de vacinação", disse Milene Pinto.
Segundo a coordenadora regional do Programa de Imunização da II Ursap, a enfermeira Milene Pinto Rosado, os objetivos do encontro serão discutir o Protocolo do MRC para avaliar a situação vacinal em menores de cinco anos de idade, conforme o calendário de vacinação definido pelo Ministério da Saúde, melhorar a cobertura vacinal e a homogeneidade de coberturas no contexto dos municípios, além de reduzir a incidência de doenças imunopreveníveis sob vigilância no país.
"É imprescindível atingir e manter coberturas vacinais altas e homogêneas para cada vacina e é essencial a avaliação rotineira dos resultados, pois o avanço só se justifica se o desempenho do Programa de Imunização implicar o impacto sobre as doenças para as quais se destina a vacinação", disse a coordenadora.
As vacinas BCG, pneumococo 10 valente e a meningococo C, que fazem parte da caderneta de vacinação, não serão avaliadas neste monitoramento. "Os agentes comunitários de saúde irão se juntar aos profissionais de enfermagem das equipes da Estratégia de Saúde da Família para buscar e atualizar as cadernetas de vacinação", disse Milene Pinto.
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