30 de maio de 2012, às 14h10min
NOTA DE PESAR
A Secretaria Extraordinária de Cultura e a Fundação José Augusto (Secult/FJA) unem-se aos sentimentos da família de Zaíra Caldas Pereira (1927-2012) e a todos os norte-rio-grandenses, eternamente saudosos e orgulhosos de sua ilustre conterrânea, que soube explorar e traduzir, como poucos, "a festa colorida da natureza" - para citar as palavras do cronista Rubem Braga.
Pintora, escultora, tapeceira, Zaíra Caldas soube conciliar técnica e sentimento numa vasta obra que ultrapassou as fronteiras do estado, desde a década de 1960 até os dias atuais, sempre revelando-se através de sua arte que, na definição de Câmara Cascudo, soube ser "forte, leal e nítida, documental e direita, antiga e contemporânea".
Pintora, escultora, tapeceira, Zaíra Caldas soube conciliar técnica e sentimento numa vasta obra que ultrapassou as fronteiras do estado, desde a década de 1960 até os dias atuais, sempre revelando-se através de sua arte que, na definição de Câmara Cascudo, soube ser "forte, leal e nítida, documental e direita, antiga e contemporânea".
| Assuntos | Secult, FJA, nota de pesar, Zaíra Caldas |
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