22 de agosto de 2012, às 13h49min
Programa educacional já atendeu mais de 80 crianças no HMWG
O Programa Classe Escolar, implantado há sete meses no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), tem mudado a realidade de crianças na faixa etária dos 02 aos 14 anos. Até o momento, já foram atendidas mais 80 alunos. A atividade tem como objetivo principal minimizar os prejuízos letivos ocasionados durante o afastamento da escola, por estarem internados em uma unidade hospitalar. O Classe Escolar é realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) e beneficia pacientes internos na enfermaria pediátrica do terceiro andar e no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ).
A educadora, Maria de Fátima F. Galvão, explica que o conteúdo lecionado varia de acordo com as dificuldades de cada criança. Segundo ela, o trabalho começa com uma entrevista e através das informações, o planejamento da programação é elaborado. "Eu tento encaixar as aulas de forma que não atrapalhem a rotina da enfermagem ou da nutrição, disse Fátima.
Luan Mendes Amorim, 13, anos é natural de João Câmara e chegou ao Walfredo Gurgel devido a uma fratura no braço esquerdo, no último sábado (18). Ele sofreu uma queda enquanto jogava bola na escola. Ele é um dos alunos atualmente atendidos pelo programa. "Aprendi coisas aqui que não aprendi na escola como fazer contas de dividir". Outro atendido pelo programa Classe Escolar é o estudante, Igor José, de 14 anos, morador do loteamento José Sarney, no bairro Lagoa Azul, em Natal. "As aulas têm me ajudado muito. Eu já sabia ler, mas agora leio e compreendo melhor", revelou.
As classes formadas pelos alunos internados ficam vinculadas a uma escola - de preferência a mais próxima do hospital onde o programa estiver funcionando - e o professor se desloca até a unidade de saúde para dar as aulas. O programa atualmente, também atende aos hospitais Maria Alice Fernandes e Santa Catarina.
A diretora geral do Walfredo Gurgel, Fátima Pinheiro, diz que é difícil mensurar a importância que este projeto tem para o hospital. "A educação é a nossa base, é o que somos. Os resultados até agora tem sido positivos. Esperamos avançar mais em 2013".
A educadora, Maria de Fátima F. Galvão, explica que o conteúdo lecionado varia de acordo com as dificuldades de cada criança. Segundo ela, o trabalho começa com uma entrevista e através das informações, o planejamento da programação é elaborado. "Eu tento encaixar as aulas de forma que não atrapalhem a rotina da enfermagem ou da nutrição, disse Fátima.
Luan Mendes Amorim, 13, anos é natural de João Câmara e chegou ao Walfredo Gurgel devido a uma fratura no braço esquerdo, no último sábado (18). Ele sofreu uma queda enquanto jogava bola na escola. Ele é um dos alunos atualmente atendidos pelo programa. "Aprendi coisas aqui que não aprendi na escola como fazer contas de dividir". Outro atendido pelo programa Classe Escolar é o estudante, Igor José, de 14 anos, morador do loteamento José Sarney, no bairro Lagoa Azul, em Natal. "As aulas têm me ajudado muito. Eu já sabia ler, mas agora leio e compreendo melhor", revelou.
As classes formadas pelos alunos internados ficam vinculadas a uma escola - de preferência a mais próxima do hospital onde o programa estiver funcionando - e o professor se desloca até a unidade de saúde para dar as aulas. O programa atualmente, também atende aos hospitais Maria Alice Fernandes e Santa Catarina.
A diretora geral do Walfredo Gurgel, Fátima Pinheiro, diz que é difícil mensurar a importância que este projeto tem para o hospital. "A educação é a nossa base, é o que somos. Os resultados até agora tem sido positivos. Esperamos avançar mais em 2013".
| Assuntos | Programa Classe Escolar, HMWG, Sesap |
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